Não deveria restar dúvida alguma de que o ser humano é falho.
O problema é que estamos tão concentrados na rotina que criamos a ponto de não perceber os pedidos de socorro que a nossa própria consciência emana.
Muitas vezes, o que precisamos para nos realinhar é simples, mas normalmente passa despercebido: desacelerar. Cuidar da mente é essencial para o equilíbrio do corpo, mas esse princípio básico costuma ser ignorado, abrindo espaço para o caos.
Planejamentos são essenciais para determinar os nossos objetivos. Contudo, o excesso de planos pode nos afastar das surpresas que a vida tem a nos oferecer. Por outro lado, a ausência de direção faz com que o tempo passe sem que realmente o vivamos.
Silenciar as vozes internas não significa ignorá-las, mas ouvi-las com atenção — uma de cada vez. Entender o que nos faz bem para seguir por esse caminho e reconhecer o que nos faz mal para deixar para trás.
Nada daquilo que nos atrasa é algo que devemos levar adiante.



